Você já usa inteligência artificial. Talvez tenha pedido uma minuta esta semana — e depois conferido cada citação, uma a uma, com a sensação incômoda de que estava conferindo o próprio nome.
O problema nunca foi a IA. Foi ela não saber dizer que não sabe.Enquanto a IA generalista responde com a mesma segurança quando sabe e quando não sabe, é o advogado que assina a petição. E os tribunais começaram a cobrar essa assinatura.
Não é uma questão de usar ou não usar inteligência artificial — a maioria dos advogados já usa, toda semana.4 A questão é se a ferramenta que você usa foi construída para admitir o que não sabe.
A ferramenta nasce na sua conta, com você — e eu conduzo cada passo. As instruções chegam prontas, escritas por mim: você entende o que cada uma faz e por que está ali. São uma, duas ou quatro horas ao vivo, conforme quantos GPTs você quiser — sem conhecimento técnico e sem lição de casa. No fim, o GPT é seu de verdade — e quando o escritório mudar de área, de peça ou de rotina, você mesmo ajusta, sem me chamar e sem pagar de novo.
É a parte que ninguém ensina. Você recebe as instruções que impedem o GPT de inventar fonte, aprende a montar a base que ele tem permissão de consultar e a verificar se a trava está de pé. As três camadas estão logo abaixo — abertas, porque o método passa a ser seu também.
Revisão — corrige gramática e coesão preservando a sua voz autoral, porque é treinado com a sua escrita.
Minutas — monta contrato de honorários, acordo de parceria e a ficha do caso a partir dos dados que você informa. Valor, prazo e multa ele nunca decide.
Peças — rascunha a fundamentação ancorada na lei e na doutrina que você anexou. Jurisprudência, jamais de memória.
Esta parte é minha: eu produzo o modelo de petição em Word com a identidade do escritório, o pacote de ícones, as tabelas e as linhas do tempo. Editável por você, sem depender de designer — e sem depender de mim depois da entrega.
O guia de conteúdo digital segue o Provimento 205/2021 do CFOAB: nada de prometer resultado, exibir caso concreto, citar honorários ou se autoenaltecer. Divulgar mal custa mais caro do que não divulgar.
A IA não inventa jurisprudência por desonestidade. Inventa porque foi construída para sempre responder — e responde com a mesma confiança quando sabe e quando não sabe. Não existe instrução mágica que corrija isso. O que existe é um método para tirar da IA o papel de fonte.
A instrução mais importante dos seus GPTs é uma proibição: eles não são a fonte de nada verificável.
Jurisprudência, de memória, nunca — nem quando você insistir. É onde a IA mais inventa, e onde a invenção é mais cara: um acórdão falso tem número, ementa e cara de verdade. O GPT marca a lacuna e você busca no tribunal.
Lei e doutrina, só se estiverem nos arquivos que você anexou — citando de qual arquivo saiu. Aí ele é assertivo, porque está lendo, não lembrando.
Valor, prazo, multa, CPF ou cláusula que você não informou, ele não inventa: pergunta, ou deixa a lacuna à mostra.
O GPT só pode citar aquilo que você conferiu e carregou dentro dele: o texto da lei (que é público e vai inteiro), a doutrina que você usa, as suas peças-modelo, os seus contratos, as súmulas da sua área. A instrução é literal — cite exclusivamente o que está nos arquivos, dizendo de qual arquivo saiu; se não estiver, diga que não está.
É a diferença entre a IA lembrar e a IA consultar. E é por isso que um link não resolve: com a busca desligada, ele não abre link nenhum — o arquivo precisa estar dentro.
Antes de confiar na ferramenta, você aprende a testá-la: pedir de propósito um precedente que não existe e observar a reação. Se o GPT inventar, a instrução precisa de ajuste — e isso nós fazemos ali mesmo, ao vivo. Você sai com o checklist de conferência que usa antes de cada protocolo.
Nenhuma instrução torna um modelo de linguagem incapaz de errar. Quem lhe vender um GPT que "não alucina" está vendendo o que não pode entregar — e o nome que vai na petição é o seu, não o dele.
O que este método faz é retirar da inteligência artificial o papel de fonte, restringir o que ela pode consultar e lhe dar o hábito de auditar a ferramenta antes de confiar nela. É menos sedutor do que uma promessa. E é o que mantém o seu nome fora da petição errada.
Conversamos sobre a sua área, as peças que você mais produz, o editor que usa e o público do escritório. É aqui que descobrimos o que cada GPT precisa saber — porque um advogado trabalhista e um previdenciarista não precisam da mesma ferramenta.
O GPT é criado na sua conta, comigo ao lado. Eu levo as instruções prontas e explico cada uma — o que entra, por que está ali e o que muda se sair. Você não fica com uma caixa-preta que funciona por motivos que desconhece: fica com uma ferramenta que sabe operar. Em paralelo, eu produzo o material em Visual Law; essa parte é minha.
Ainda no encontro, usamos a ferramenta em um caso seu: tentamos fazê-la falhar de propósito e ajustamos as instruções até ela admitir o que não sabe. É aqui que a confiança se constrói — você vê a trava funcionando, em vez de acreditar na minha palavra.
Você usa por alguns dias no trabalho real e me traz o que precisa mudar — e ajustamos juntos, no seu GPT, com você aprendendo a fazer os próximos sozinho. Toda mentoria inclui uma rodada de ajustes; o pacote Escritório inclui duas e mais 30 dias de suporte.
A diferença entre eles é quantos GPTs você constrói e quanto do seu escritório entra dentro deles. Os três: revisão (a sua voz), minutas (honorários, parcerias, ficha do caso) e peças (fundamentação ancorada em lei e doutrina).
Tudo do pacote Completo, mais:
Prazos contados a partir do briefing. Valores fixos, sem mensalidade: as ferramentas ficam com você. Pagamento em duas etapas — metade na contratação, metade na entrega — ou parcelado no cartão, com o acréscimo da operadora.
Os GPTs personalizados só existem em conta paga do ChatGPT (Plus ou superior) — é uma limitação da própria OpenAI, não da mentoria. A assinatura fica no seu nome, contratada direto com eles, e hoje custa cerca de US$ 20 por mês. Não recebo nada sobre isso, e prefiro que você saiba agora, e não no dia do nosso encontro.
Eu não redijo peças em nome do escritório nem pratico ato privativo da advocacia. Conduzo a construção das ferramentas; quem as constrói, assina, revisa e protocola é você — e é por isso que o checklist de conferência vai junto em todos os pacotes.
Nenhuma ferramenta substitui a leitura do advogado antes do protocolo. O método existe para que essa leitura seja uma conferência, e não um resgate. E, porque o GPT é seu, a ferramenta continua funcionando — e evoluindo — no dia em que a mentoria acabar.
Bacharel em Direito e pesquisadora com publicação em periódico jurídico indexado. Trabalho com escrita e revisão acadêmica jurídica e com Visual Law aplicado a documentos Word.
Caçar citação inventada é, literalmente, o meu ofício. Em um único artigo, conferi 84 notas de rodapé uma a uma nas fontes originais — e encontrei referências fabricadas com aparência impecável: autor plausível, título plausível, página plausível, obra inexistente.
É essa desconfiança que eu ensino você a programar dentro do seu próprio GPT — e a testar depois, sozinho.
Não vai programar linha nenhuma de código. Construir um GPT é escrever instruções em português — dizer a ele o que fazer, o que nunca fazer e como se comportar quando não souber a resposta. E as instruções chegam prontas, escritas por mim: o seu trabalho é entender o que cada uma faz, para poder ajustá-la depois. Cada GPT fica de pé em cerca de uma hora.
Sim, uma: a conta paga do ChatGPT (Plus ou superior), hoje em torno de US$ 20 por mês. Não é uma escolha minha — GPTs personalizados simplesmente não existem no plano gratuito da OpenAI. A assinatura fica no seu nome, contratada direto com eles, e eu não recebo nada sobre ela. Prefiro que você saiba disso antes de contratar, e não no dia do nosso encontro.
Não, e desconfie de quem prometer isso. Nenhuma instrução torna um modelo de linguagem incapaz de errar. O método faz outra coisa, e é o que funciona: impede que o GPT seja a fonte da citação, restringe o que ele pode consultar à base que você conferiu e lhe dá o hábito de auditar a ferramenta. A conferência antes do protocolo continua sendo do advogado — mas passa a ser conferência, e não resgate.
Pode, e deve. São três: revisão (corrige sem apagar a sua voz), minutas (contrato de honorários, acordo de parceria, ficha do caso) e peças (fundamentação ancorada na lei e na doutrina que você anexou). O Essencial constrói um, o Completo dois, o Escritório os três. Escolha pela dor, não pela lista: quem sofre com prazo escolhe minutas; quem sofre com página em branco escolhe peças.
Sim — os GPTs são montados a partir do seu briefing, então a área é justamente o que os personaliza. Já montei para Trabalhista; Família, Cível e Previdenciário seguem a mesma lógica, mudando terminologia, estrutura das peças e modelos.
Você mesmo ajusta — essa é a razão de ser da mentoria. Como foi você quem escreveu as instruções, sabe onde mexer, e não precisa me contratar de novo para trocar uma frase. Ainda assim, toda mentoria inclui uma rodada de ajustes comigo depois que você usa a ferramenta no trabalho real; o pacote Escritório inclui duas e mais 30 dias de suporte.
Nos pacotes de Visual Law, eu produzo os documentos e entrego — o trabalho é meu. Na mentoria, quem constrói as ferramentas é você, com a minha condução: sai com os GPTs, os modelos e o método, e passa a operar sem depender de mim. Um é serviço; o outro é autonomia.
Uma conversa pelo WhatsApp, sem compromisso: você me diz a sua área e as peças que mais produz, e eu digo com franqueza qual pacote faz sentido — ou se nenhum faz.